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14 de abril de 2014
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Esclarecendo minha ausência

Oi, oi genteee. Hoje o post é pra explicar para vocês o porquê de minha ausência do blog estes dias. Bom, a duas semanas atrás o meu filho teve uma reação alérgica que deixou seu corpo todo cheio de placas vermelhas. Tomamos um susto porque fomos pegos de surpresa, é bem difícil o Ben ficar doente, então quando vimos tomamos um susto porque ele nunca teve estas coisas.

No primeiro dia foi logo pela manhã quando ele voltou da casa de minha mãe, apareceu em algumas partes do corpo, perguntei a minha mãe o que ele havia comido por lá, se havia se encostado em algum com mofo sei lá, ela disse que nada. Então dei um banho nele, pensei que fosse por causa do calor, estes dias estão bem quentes. Passei uma pomada que ele tem, e aos poucos foi sumindo as placas e ele foi pra escola, deixei a equipe lá em alerta.

No dia seguinte ele não teve nada, no outro dia que era uma sexta-feira, tornou aparecer ao redor do umbigo, fiquei e observação pois ele ainda não havia comido nada então pensei não foi nada que ele comeu, dei o banho passei a pomada novamente e ele foi a escola normalmente, quando voltou da escola estava todo suado e o corpo cheio de placas debaixo do braço, barriga, nas costas fiquei super preocupada e falei com meu marido pra levarmos ele na emergência pra descobrir a origem destas placas, fomos no Hospital da Cidade, saímos de lá quase 1 da manhã, a médica receitou antibiótico para uma suposta bactéria, pois pra ela não era alergia, e também receitou dipirona pra febre.

Passou a madrugada tendo febre, passou o sábado a base de dipirona e amoxicilina e as placas não apareceram até a noite que surgiram no corpo inteiro e nos deu um susto, fomos desesperados pro Hospital Santa Izabel chegamos lá umas 23hs mais ou menos, ele foi examinado e a medica diagnosticou como urticaria devido a uma reação alérgica, e ele ficou a madrugada toda sendo medicado, fez novamente hemograma e saímos de lá estava quase amanhecendo, ela passou mais dois remédios estes especificamente pra reações alérgicas.

Ele que odeia consultórios médicos e tomar remédios, passou o domingo a base de medicamentos de 6 em 6 hs, tadinho do meu filho. No domingo ele ficou bem, dormiu e quando acordou as 5 da manhã de segunda seu corpo estava novamente cheio de placas, desta vez de forma mais agressiva, até atrás das pernas tinha, sua barriguinha estava cheia e inchadas, no rosto, no pescoço, bom que não coçava o que não deixava ele nervoso.

Retornamos pro Hospital Santa Izabel como recomendou a médica caso continuasse acontecendo, chegando lá ele foi atendido com urgência e encaminhado para medicação, a médica que estava no plantão suspendeu as medicações anteriores e ele novamente foi tomar vários medicamentos, já não tinha mais veia pra medicação tadinho estava com braços e mãos inchados de tantas furadas.

As placas foram tão agressivas que deu trabalho pra sumir, ficamos lá até umas 3 hs da tarde para a segunda dose de medicamento, até adrenalina meu gatão tomou. E chorava querendo ir pra casa, o pai fez de tudo pra distrair ele, comprou historias, livros pra colorir pra ajudar a passar o tempo. No final de tudo, a medica receitou o Hixizine e mais outros dois remédios e suspendeu as medicações anteriores. E indicou que marcasse um alergologista afim de que descobríssemos o que causou essa alergia nele. Conseguimos marcar um extra para o dia seguinte e conversamos com a especialista e contando tudo que aconteceu pra ela possivelmente a dipirona receitada pela primeira médica que o atendeu no Hospital Cidade poderia ter alterado o processo, pois nesse caso ele não poderia ter tomado tal medicamento.

Ela o examinou e disse que é possível que ele tenha rinite, e algo acabou trazendo tudo isso pra fora, o sinal foram as urticárias, explicou com todos os termos técnicos, inclusive sobre o uso da dipirona. Nos deixou mais tranquilos, ainda não sabemos o que causou tudo isso pois os exames e teste alérgico só podem ser feitos após o uso de toda medicação, só assim ela poderá avaliar com mais precisão.

Ele ainda está tomando os remédios, e só após 30 dias ele poderá fazer os exames que a médica solicitou. Fora a dieta, nada de alimentos com corante, nem industrializados, apenas naturais e frescos. Com tudo isso foram noites mal dormidas, sem cabeça pra escrever, só preocupações, mas graças a Deus ele está bem, as placas não apareceram mais e a alergia está sendo controlada, essa semana ele passará a tomar o remédio de 8 em 8 hs e depois de 12 em 12 hs até o final do tratamento.

Tentei resumir tudinho, senão o post ia ficar enorme ainda assim achei bem comprido. :-)   Agradeço a todos pelas orações, e compreensão, vou tentar organizar tudo por aqui esta semana, amanhã vou fazer de tudo pra postar a resenha de dois batons novos que comprei, obaaaaaaa. (rsrs)

Espero que gostem, até já.

Beijocas da Jéu

 

 

 

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9 de outubro de 2013
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Crianças pequenas e a tecnologia

Falando um pouco da minha experiência como mãe: meu filho tem 3 anos e curte demais os joguinhos no iphone, os jogos que tenho pro meu filho são todos educativos, ensinam as letras, cores e etc. Não são apenas jogos. Ele gosta muito dos joguinhos, mas não dispensa seus desenhos, brinquedos e livros, ama criar historias e conta-las para mim e seu pai.

A criança não precisa passar o tempo inteiro à frente destes aparelhos, tem muita coisa bacana para fazer e se divertir. É preciso ter limites. Nessa era tecnológica em que tudo é eletrônico, o mundo do celular, tablet, computador e etc., é muito difícil as crianças se interessarem por livros.

Vamos ver algumas dicas de como acompanhar nossos pequenos no uso destes aparelhos.

Tem idade certa para brincar no computador?

Muitos especialistas recomendam que crianças menores que 2 anos não sejam expostas a televisão, computador ou tela de telefones ou tablets, porque estão em uma idade que devem ser o mais fisicamente ativas possível e também precisam de forte estímulo à socialização e a capacidade motora.

“Mas, nos dias atuais, fica muito difícil não expor a criança a esses aparelhos”, afirma o pediatra Paulo Sérgio Barros Ferreira.

Por isso há um grupo de pesquisadores que acredita que a interação através de equipamentos eletrônicos possa servir de auxílio à comunicação entre você e seu filho enquanto brincam juntos.
Para que isso funcione mesmo, não adianta deixar crianças com menos de 2 anos sozinhas com um tablet na mão, por mais miraculosamente quietinhas que elas possam ficar. Você precisa realmente estar próxima para conversar, mostrar como faz, ensinar e brincar junto.
Lembre também que bebês com menos de 9 meses não têm habilidade física para interagir com equipamentos eletrônicos. Até os 6 meses, a visão ainda não está desenvolvida o suficiente para focar bem o monitor, e a capacidade para sentar normalmente só aparece entre os 6 e 8 meses de idade.

Comece quando a criança mostrar interesse

Não vale a pena forçar a barra para seu filho usar o computador ou tablet. Espere até ele demonstrar curiosidade. Ele está curioso sobre o equipamento? Bate nas teclas? Põe o dedinho de um lado para ao outro do tablet? Fica de olho quando você está trabalhando ou navegando? Se parecer interessado — sorrindo, rindo, aplaudindo — vá em frente. Se não, deixe estar.
E não se preocupe, ele não estará ficando para trás por não ser uma criança plugada. Quando você considerar o momento certo, bastará uma tarde de brincadeira com qualquer aparelho eletrônico para ele rapidinho saber como tudo funciona quase melhor que você!

Fique junto no computador ou tablet

Esteja presente com seu filho diante do computador, tanto como companhia quanto como guia. Assim, você poderá conversar sobre o que estão vendo, do mesmo jeito que faz quando lê um livro ou explica um ambiente diferente. Isso ajuda a criança a desenvolver o vocabulário, o aprendizado de cores e formas, a memória e algumas lógicas de associação.
E quando seu filho, já com 2 anos ou mais, começar a fazer perguntas, você estará lá, acompanhando, e conseguirá responder às suas infindáveis dúvidas — o que é uma parte crucial para o entendimento do mundo para a criança.
“Lembre que a curiosidade faz parte do mundo da criança e deve ser incentivada, pois é um dos principais instrumentos do aprendizado. Qualquer coisa que a criança aprenda deve ser enaltecido, para que ela tome gosto por aprender e carregue esse gosto para sempre”, completa o pediatra.  

Escolha atividades desenvolvidas para crianças bem pequenas

Muitos jogos e programas são rápidos, confusos e barulhentos demais para quem é muito pequeno — e podem ser assustadores. É melhor ficar com os jogos desenvolvidos para crianças de menos de 3 anos. Prefira sites educativos.

Aqui vão mais algumas dicas para ajudar você a escolher melhor:

  • Faça o seu próprio dever de casa: antes de deixar seu filho brincar com um jogo, programa ou aplicativo, certifique-se de é realmente apropriado para a faixa etária dele. Hoje em dia, já existem muitos sites com comentários e críticas de outros pais sobre passatempos eletrônicos para crianças. Leia com atenção o que eles dizem, quais são suas restrições e preocupações.
  • Escolha jogos que permitam que mais de uma pessoa jogue ao mesmo tempo e que estimulem a interação entre os participantes.
  • Prefira jogos que deixem as crianças “acidentalmente ganhar”, ou seja, que não requeiram uma resposta precisa para que a atividade continue, e que ensine no ato o jeito certo de fazer isso ou aquilo.
  • Escolha jogos que não causem grandes excitações perto da hora de dormir, para que não haja interferência no sono. 

Não transforme a tecnologia em lição de casa

Uma criança de menos de 3 anos enxerga o computador ou tablet mais como um brinquedo, e não como um professor, ou um instrumento para executar tarefas. Não há por que forçar um bebê de 1 ano a aprender o alfabeto ou a somar e a subtrair.
Em vez disso, opte por programas que estimulem vocabulário e noções básicas de matemática por meio de brincadeiras e associações que podem incluir compreensão auditiva, causa-e-efeito, opostos — como noções de grande e pequeno — e reconhecimento de cores e formas.
A criança manterá o entusiasmo com o aparelho e, de quebra, irá aprender bastante, se tudo isso for consequência de um jogo, uma música ou uma história.

Controle o tempo

Se você decidir deixar seu filho brincar com seu tablet ou telefone, 15, 20 minutos são mais que suficientes para bebês de 1 a 2 anos. Depois disso, a maioria acaba perdendo interesse. Quando seu filho tiver 3 ou 4 anos, você pode aumentar o tempo total na frente da tela para até no máximo duas horas por dia – lembrando que “tela” inclui computador, televisão, telefone ou qualquer outro tipo de tablet.
Períodos mais longos acabam invadindo o tempo para outras atividades importantes para o desenvolvimento da criança, como comer, dormir, brincar, fazer exercícios e conversar.
Ao brincar no computador com seu filho, fique de olho em sinais de cansaço — se ele parar de olhar para o monitor e começar a ficar inquieto, com sono ou a choramingar, é hora de parar.

Escolha atividades com músicas simples

Desde que nascem, bebês adoram músicas e canções com ritmo constante e com rimas. A repetição de canções ajuda crianças de 1 ano a criar padrões e começar a antecipar o que virá em seguida. Esse tipo de padrão pode ter efeito positivo até nas noções de lógica e matemática.
Se seu filho tem 1 ano e meio, divirta-o com sons de sinos, assobios ou relógios — crianças dessa idade reagem bem a esse tipo de som. Mas evite programas, aplicativos e sites com barulhos frenéticos ou músicas muito altas que provoquem excitação demais. Os ritmos aleatórios são confusos e assustadores para ouvidos tão novinhos.

Histórias nos livros ou tablets?

Historinhas no computador ou no tablet podem ser muito divertidas e ricas em imagens interativas, mas podem também acabar perdidas em meio à distração do aparelho eletrônico que você estiver usando. Isso muitas vezes ocorre porque se passa mais tempo explicando como tal botão ou controle funciona do que lendo a história propriamente. Muita variedade de ferramentas, pop-ups ou outras janelas interativas têm o mesmo efeito de distrair a atenção de uma criança pequena, ainda com poder de concentração limitado, da história em si.
O ideal, então, é às vezes ler histórias nesse tipo de mídia mais moderna e às vezes no bom e velho livro de papel, que ainda tem a vantagem de estimular a coordenação motora fina durante a virada das páginas.
Alguns livros digitais (ou e-books) podem até ler em voz alta para as crianças, mas considere que isso limita ainda mais sua interação direta com seu filho.
Se você se mantiver ao lado do seu filho, conversando e enfatizando partes da história, o aprendizado e a diversão serão certamente mais ricos para ele.

Dê sua opinião, conte-nos a sua experiência, compartilhe conosco.

Beijocas da Jéu

Fonte: BabyCenter Brasil

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9 de outubro de 2013
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Medo do parto

Conhecer o próprio corpo e estar bem informada ajuda a diminuir a ansiedade

Bem eu sou mãe e este post hoje é para as gestantes e futuras mamães. Farei um breve resumo da minha experiência. Na adolescência eu tinha medo de ter filhos, as pessoas falavam tanto da dor que me deixaram assustada, cheguei a dizer que não queria ter filhos. Então casei, e determinamos eu e meu marido que após 2 anos de casados teríamos um filho, passou 1, 2 e nada. Continuamos tentando, tivemos nosso bebê 5 anos depois, e eu sempre quis ter de parto normal  não foi tão ruim, uma experiência incrível, foi doloroso sim, mas se tiver outro bebê será de parto normal novamente a não ser que por motivos clínicos tenha que fazer uma cesariana. Hoje meu filho tem 3 anos e cada dia é uma surpresa, tem sido muito bom ser a mamãe dele.  Continue lendo

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